“Odeio ter ciúmes e não saber disfarçar.”
Momentos que vivemos juntos

Lembranças de um tempo bom que não volta mais.
Não volta: os risos trocados, os abraços apertados, as histórias antigas, as visitas das férias, os passeios de família…
Agora tudo o que sinto é saudade.
Jamais esquecerei cada momento que vivemos juntos.
Me desculpa por favor
Me Desculpe.
Nem sempre as coisas acontecem como queremos e nem sempre falamos o que sentimos.
Sei que lhe devo desculpas.
Tento ser o melhor que posso, assumindo meu lado passivo, mas de repente já estou agindo impulsivamente e o que não era para acontecer, acaba acontecendo.
Vou mudar e tentar não cometer os mesmos erros.
Não queria e não quero te machucar.
Você está sempre ao meu lado e é o lado bom da minha vida.
Assim como você é capaz de me entender, eu também serei capaz de melhorar e mudar.
Me desculpe.
Você é muito especial para mim.
É responsável por eu acreditar que a felicidade está perto de mim.
Te ofereço o que tenho.
Minha Amizade.
Uma amizade que nos faz bem e é verdadeira.
Não queria que tudo acabasse por uma coisa tão futil e que me arrependi por ter feito.
Receba está mensagem carregada de desculpas…
Telas de serviço
O lavrador chega ao campo e, em muitos casos, observa no plano da tarefa a cumprir: a secura do solo, a lama do charco, a brutalidade do espinheiro, a praga na plantação, a enfermidade nos animais.
Contudo, se acordado para a execução dos compromissos que lhe competem, atira-se à atividade pacífica com o propósito de trabalhar e servir.
Também na lavoura do Cristo, muitas vezes o seareiro do bem encontra no quadro da própria ação: a aspereza de muitas almas, o vício triunfante, os golpes da ingratidão, a hostilidade ambiente, a sombra da ignorância, a necessidade das criaturas.
Entretanto, se ele está consciente das obrigações que lhe cabem, não perde tempo com desânimo e queixa, desespero ou censura, porque abraça o trabalho, em silêncio, e passa automaticamente a servir.