“No seu aniversário tomara que chova… presentes, alegrias, felicidades, amizades e muitas realizações. Parabéns!”
Meu pai quando eu tinha…

4 anos: Meu pai pode fazer tudo.
5 anos: Meu pai sabe muitas coisas.
6 anos: Meu pai é mais esperto do que o seu pai.
8 anos: Meu pai não sabe exatamente tudo.
10 anos: No tempo antigo, quando o meu pai foi criado, as coisas eram muito diferentes.
12 anos: Ah, é claro que o papai não sabe nada sobre isso. É muito velho para se lembrar da sua infância.
14 anos: Não ligue para o que meu pai diz. Ele é tão antiquado!
21 anos: Ele? Meu Deus, ele está totalmente desatualizado!
25 anos: Meu pai entende um pouco disso, mas pudera! É tão velho!
30 anos: Talvez devêssemos pedir a opinião do papai. Afinal de contas, ele tem muita experiência.
35 anos: Não vou fazer coisa alguma antes de falar com o papai.
40 anos: Eu me pergunto como o papai teria lidado com isso. Ele tem tanto bom senso, e tanta experiência!
50 anos: Eu daria tudo para que o papai estivesse aqui agora e eu pudesse falar com ele sobre isso. É uma pena que eu não tivesse percebido o quanto era inteligente. Teria aprendido muito com ele.
Quem nos decepciona
Quem nos decepciona não necessariamente não presta. Às vezes a decepção é causada por nós mesmos que esperamos das pessoas além do que elas podem dar.
O segredo

O segredo da felicidade é escolher a comédia e largar o drama.
Estar grávida é…

Ler 50 vezes o resultado positivo do exame para ter certeza que está correto.
Ficar chocada ao saber que uma gestação dura 40 semanas e não nove meses como todo mundo diz por aí.
Se pega imaginando por horas a fio, como serão os olhos, os cabelos e a pele do filho que vai chegar.
Torcer, e muito, para que ele venha perfeito.
Nunca mais dizer ‘ai, se fosse meu filho!’ quando encontrar uma criança tendo acessos de birra no corredor de um Shopping Center.
Sair na rua e só enxergar mulheres grávidas.
Ter sono, muito sono.
Esperar ansiosamente pelo dia do ultrassom, e assim que sair de lá, esperar ansiosamente pelo próximo!
Aprender a enxergar o filho nas manchas de um ultra-sonografia.
Ler muito sobre gravidez, pular o capitulo do parto (pois ainda é muito cedo pra se preocupar) e ir direto para os cuidados com o bebê.
Ir ao shopping e desejar apenas coisinhas para o filho.
Torcer para ficar barriguda.
Ficar muito esquisita e descobrir uma incrível capacidade de sentir todas as emoções em uma hora, da alegria descontrolada ao mau humor sem fim.
Acordar várias vezes de madrugada para fazer xixi.
Reparar que seu marido fica muito mais interessante como pai do seu filho e perceber que foi o único homem capaz de te presentear com tamanha alegria.
Rir sozinha ao sentir o bebê mexer, mesmo que ele te acorde várias vezes durante a noite, porque você não está em uma posição confortável para ele.
Enfim, acreditar em um mundo melhor.
Se cuide na sua gravidez, fique bem sempre!